Archive for November, 2005
Bazar da Patricia Giordano
Bazar para as traças, imperdível!
Convite para o Bazar da Patricia Giordano
EDITORA do BISPO
Lançamento de livro do Xico Sá pela novíssima Editora do Bispo.
O texto de apresentação da editora:
“Na contramão da caretice e do conservadorismo do mundo editorial, os livros do bispo têm a beleza do pecado e da desobediência. Pelo que dizem e como são apresentados. Um tanto quanto sádico e celebrativo, o bispo adora juntar forma e conteúdo em um só mandamento. Assim será.
Enquanto o mercado condena os livros à chatice e à feiúra, o bispo os redime em nome de uma nova experiência de formatos. Fugiremos da obviedade como o diabo corre da cruz. Make it new, o lema de Ezra Pound, aqui está em voga. Sempre. Fazer de tudo o novo, até das mais antigas faíscas da Idade Média.
Que os nosso livros imobilizem vossas mãos! Se Deus está morto, como temeu Dostoievski, tudo é permitido.”
(grifos meus)
Salvem as editoras que proclamam os livros como verdadeiras obras de arte! Que elas venham, que elas vivam uma vida longa!
SARAU NA PAULISTA
Evento será conduzido pelo agitador cultural Sérgio Vaz e marca o lançamento da nova versão do site Leialivro.com.br.
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Na sexta-feira, dia 2 de dezembro, acontecerá na Casa das Rosas o 1° Sarau Leia Livro. O evento é gratuito, começa às 20h e será conduzido pelo poeta e agitador cultural Sérgio Vaz, do grupo Cooperifa. Os poetas que apresentarem seus trabalhos receberão uma taça de vinho.
O evento marcará o lançamento oficial da nova versão do site Leia Livro – www.leialivro.com.br, uma comunidade na Internet que reúne leitores e escritores. Na ocasião, também será celebrado o primeiro ano de funcionamento do Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura, localizado na Casa das Rosas.
O projeto Viva Voz fará a performance de abertura do evento apresentando poemas de autores brasileiros surgidos a partir dos anos 80. Em seguida, Sérgio Vaz assumirá o microfone para convidar os inscritos a recitarem suas poesias ou os textos de seus autores favoritos.
A Casa das Rosas e a equipe Leia Livro promovem o sarau, com o apoio organizacional do Espaço Rato de Livraria. A Casa está localizada na Avenida Paulista, 37, próximo à Estação Brigadeiro do Metrô.
Para maiores informações, contatar André Albert – 11 3285-5490 / andre [at] leialivro.com.br
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SOBRE O LEIA LIVRO – O projeto é uma comunidade na internet que reúne leitores, escritores e editoras. Além dos textos autorais, a comunidade publica resenhas de livros, que são transmitidas diariamente pelas rádios Cultura AM e FM de São Paulo. Os autores das melhores resenhas ganham livros gratis. O Leia Livro faz parte do programa de incentivo à leitura da Secretaria de Estado da Cultura, e conta com o apoio da Fundação Padre Anchieta. Vinte cinco editoras são parceiras do projeto, incluindo Record, Martins Fontes, Companhia das Letras, Ática e SENAC.
SOBRE O ESPAÇO HAROLDO DE CAMPOS DE POESIA E LITERATURA – O Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura foi instalado na Casa das Rosas em dezembro de 2004 para abrigar um espaço dedicado à criação e difusão da poesia e os mais de 35 mil volumes que compunham a biblioteca do falecido poeta concretista. É também um lugar onde a discussão intelectual tem prioridade, oferecendo variados cursos, palestras, debates,exposições e apresentações teatrais periódicas. Atualmente encontra-se sob a direção do professor e poeta Frederico Barbosa.
SOBRE O GRUPO COOPERIFA E SÉRGIO VAZ – A Cooperativa Cultural da Periferia (Cooperifa) promove saraus semanalmente às quarta-feiras, no bairro de Piraporinha, zona Sul de São Paulo. Criada em 2000, a Cooperifa foi idealizada pelo poeta Sérgio Vaz com objetivo de reunir artistas da periferia e desenvolver atividades culturais, como teatro e exposição de fotografia em praças, bares, galpões e diversos lugares.
SOBRE O ESPAÇO RATO DE LIVRARIA – Uma livraria pequena que vem se destacando pela qualidade dos títulos literários e especialmente pelos saraus organizados pela casa, sempre em clima intimista, reunindo clientes, amigos, escritores e artistas. Além de oficinas literárias e exposição dearte, a Rato de Livraria busca desenvolver diversos projetos ligados à cultura, como o \”Panelinha de Prata\”, que resgata o papel do livreiro à modaantiga, visando reunir pessoas para conversas literárias. A Rato de Livraria fica na Rua do Paraíso, 790 – Aclimação – fone: 3266 4476 – ratodelivraria [at] uol.com.br
SOBRE O GRUPO VIVA VOZ – O Viva Voz conta com o poeta e professor Frederico Barbosa, Clenir Bellezi de Oliveira, também professora, e os músicos Tobias Luz e Marcelo Ferretti. Os recitais do grupo passaram por um longo período de gestação até chegar a espaços tradicionais da cidade como o Centro Cultural São Paulo e o Itaú Cultural. Durante seus recitais, o grupo conta com o apoio de um telão no qual se identifica o poema e seu autor para a apresentação não perder a dinâmica. O grupo procura resgatar o prazer das reuniões para ler e ouvir poesia e prosa poética.
The Gutenberg Bible at the Ransom Center
A Note by William Morris on His Aims in Founding the Kelmscott Press
A Note by William Morris on His Aims
in Founding the Kelmscott Press
The following essay was written by William Morris in November 1895 at the request of an American, Carl Edelheim, and was published in the journal Modern Art the following year. In 1898 it appeared in the final volume issued by the Kelmscott Press and has been reprinted a number of times since then. — W.S.P.
I began printing books with the hope of producing some which would have a definite claim to beauty, while at the same time they should be easy to read and should not dazzle the eye, or trouble the intellect of the reader by eccentricity of form in the letters. I have always been a great admirer of the calligraphy of the Middle Ages, and of the earlier printing which took its place. As to the fifteenth-century books, I had noticed that they were always beautiful by force of the mere typography, even without the added ornament, with which many of them are so lavishly supplied.
And it was the essence of my undertaking to produce books which it would be a pleasure to look upon as pieces of printing and arrangement of type. Looking at my adventure from this point of view then, I found I had to consider chiefly the following things: the paper, the form of the type, the relative spacing of the letters, the words, and the lines; and lastly the position of the printed matter on the page.
It was a matter of course that I should consider it necessary that the paper should be hand-made, both for the sake of durability and appearance. It would be a very false economy to stint in the quality of the paper as to price: so I had only to think about the kind of hand-made paper. On this head I came to two conclusions: 1st,that the paper must be wholly of linen (most hand-made papers are of cotton today), and must be quite ‘hard,’ i.e., thoroughly well sized; and 2nd, that, though it must be ‘laid’ and not ‘wove’ (i.e., made on a mould made of obvious wires), the lines caused by the wires of the mould must not be too strong, so as to give a ribbed appearance. I found that on these points I was at one with the practice of the papermakers of the fifteenth century; so I took as my model a Bolognese paper of about 1473. My friend Mr. Batchelor, of Little Chart, Kent, carried out my views very satisfactorily, and produced from the first the excellent paper which I still use.
Next as to type. By instinct rather than by conscious thinking it over, I began by getting myself a fount of Roman type. And here what I wanted was letter pure in form; severe, without needless excrescences; solid, without the thickening and thinning of the line, which is the essential fault of the ordinary modern type, and which makes it difficult to read; and not compressed laterally, as all later type has grown to be owing to commercial exigencies. There was only one source from which to take examples of this perfected Roman type, to wit, the works of the great Venetian printers of the fifteenth century, of whom Nicholas Jenson produced the completest and most Roman characters from 1470 to 1476. This type I studied with much care, getting it photographed to a big scale, and drawing it over many times before I began designing my own letter; so that though I think I mastered the essence of it, I did not copy it servilely; in fact, my Roman type, especially in the lower case, tends rather more to the Gothic than does Jenson’s.
After a while I felt that I must have a Gothic as well as a Roman fount; and herein the task I set myself was to redeem the Gothic character from the charge of unreadableness which is commonly brought against it. And I felt that this charge could not be reasonably brought against the types of the first two decades of printing: that Schoeffer at Mainz, Mentelin at Strasburg, and Gunther Zainer at Augsburg, avoided the spiky ends and undue compression which lay some of the later type open to the above charge. Only the earlier printers (naturally following therein the practice of their predecessors the scribes) were very liberal of contractions, and used an excess of ‘tied’ letters, which, by the way, are very useful to the compositor. So I entirely eschewed contractions, except for the ‘&,’ and had very few tied letters, in fact none but the absolutely necessary ones. Keeping my end steadily in view, I designed a black-letter type which I think I may claim to be as readable as a Roman one, and to say the truth I prefer it to the Roman. This type is of the size called Great Primer (the Roman type is of ‘English’ size); but later on I was driven by the necessities of the Chaucer (a double-columned book) to get a smaller Gothic type of Pica size.
The punches for all these types, I may mention, were cut for me with great intelligence and skill by Mr. E. P. Prince, and render my designs most satisfactorily.
Now as to the spacing: First, the ‘face’ of the letter should be as nearly conterminous with the ‘body’ as possible, so as to avoid undue whites between the letters. Next, the lateral spaces between the words should be (a) no more than is necessary to distinguish clearly the division into words, and (b) should be as nearly equal as possible. Modern printers, even the best, pay very little heed to these two essentials of seemly composition, and the inferior ones run riot in licentious spacing, thereby producing, inter alia, those ugly rivers of lines running about the page which are such a blemish to decent printing. Third, the whites between the lines should not be excessive; the modern practice of ‘leading’ should be used as little as possible, and never without some definite reason, such as marking some special piece of printing. The only leading I have allowed myself is in some cases a ‘thin’ lead between the lines of my Gothic pica type: in the Chaucer and the double-columned books I have used a ‘hair’ lead, and not even this in the 16mo books. Lastly, but by no means least, comes the position of the printed matter on the page. This should always leave the inner margin the narrowest, the top somewhat wider, the outside (fore-edge) wider still, and the bottom widest of all. This rule is never departed from in mediaeval books, written or printed. Modern printers systematically transgress against it; thus apparently contradicting the fact that the unit of a book is not one page, but a pair of pages. A friend, the librarian of one of our most important private libraries, tells me that after careful testing he has come to the conclusion that the mediaeval rule was to make a difference of 20 per cent. from margin to margin. Now these matters of spacing and position are of the greatest importance in the production of beautiful books; if they are properly considered they will make a book printed in quite ordinary type at least decent and pleasant to the eye. The disregard of them will spoil the effect of the best designed type.
It was only natural that I, a decorator by profession, should attempt to ornament my books suitably: about this matter, I will only say that I have always tried to keep in mind the necessity for making my decoration a part of the page of type. I may add that in designing the magnificent and inimitable woodcuts which have adorned several of my books, and will above all adorn the Chaucer which is now drawing near completion, my friend Sir Edward Burne-Jones has never lost sight of this important point, so that his work will not only give us a series of most beautiful and imaginative pictures, but form the most harmonious decoration possible to the printed book.
Kelmscott House, Upper Mall, Hammersmith.
Nov. 11, 1895.
This is not a weblog
This is not a weblog é um dos blogs mais bonitos que eu conheço. Segundo o autor, é um blog sobre: free thoughs on lettering and type.
The Seattle Times: Seattle’s new library
Uma das bibliotecas mais bonitas que eu conheço (infelizmente só por foto):
The Seattle Times: Seattle’s new library
unostiposduros. Teoria y práctica de la tipografía

unostiposduros. Teoria y práctica de la tipografía
Este site sobre tipografia, além de ser bonito, tem muita informação interessante e não muito comum. Muito conteúdo bom! Destaque para este artigo:
Fundición tipográfica Richard Gans: Historia y actividad (1881-1975)
que acompanha um material em PDF muito bom!
Tigres de papel
Fonte: O Globo 19/11/2005, suplemento Prosa e Verso
http://oglobo.globo.com/jornal/Suplementos/ProsaeVerso/189210661.asp
Tigres de papel
Douglas McMillan e Rachel Bertol
O que vem acontecendo nas últimas semanas na internet faz pensar. Até recentemente, a idéia de que ela engoliria a imprensa e os livros era um senso comum muito repetido, pouco questionado e menos ainda fundamentado. Mas hoje, assistindo à briga de cachorros enormes do setor gastando milhões de dólares para pôr livros de uma forma ou de outra na rede, pode-se dizer com certeza: o futuro do mundo virtual está no papel impresso. Pelo menos até a semana que vem.
Google, a mais completa ferramenta de busca na internet; Amazon, a maior livraria digital; e uma parceria-monstro entre Microsoft e Yahoo! travam uma luta encarniçada entre si e com autores e editoras para pôr as maiores bibliotecas do mundo ao alcance do
teclado. O tema é especialmente urgente nesse momento, quando 176 países acabam de se reunir na Cúpula Mundial sobre a Sociedade da Informação, realizada na Tunísia, para discutir como a internet pode se tornar menos comercial e mais democrática e educativa.
O Google Print (print.google.com), já em
funcionamento, pretende digitalizar em seus primeiros dez anos 15 milhões de livros das bibliotecas das universidades de Oxford, Harvard, Stanford e Michigan, além da biblioteca pública de Nova York. Tudo por US$ 200 milhões. Já a Amazon anunciou para o começo de 2006 dois serviços, o Pages e o Upgrade. Com o primeiro será possível comprar capítulos ou mesmo páginas individuais de livros. Com o segundo, compra-se o livro físico e sua versão digital. Por fim, Microsoft, Yahoo! e Internet Archive anunciaram o início de uma parceria para digitalizar dezenas de bibliotecas acadêmicas como as das universidades de Columbia, Johns Hopkins, Califórnia e Toronto, além dos acervos do Museu Histórico de Londres e Instituto Smithsonian, entre outros. O nome da iniciativa é OCA, Open Content Alliance (Aliança para o Conteúdo Aberto). Apenas a empresa de Bill Gates deve investir US$ 2,5 milhões. Para se ter uma idéia da magnitude das empreitadas, o Projeto Gutenberg digitalizou em dez anos apenas 17 mil títulos.
Números à parte, cada empreitada tem um lado polêmico. A Google, por exemplo, já foi processada tanto pela Associação de Editores dos EUA quanto pela dos escritores. A acusação: violação em massa de direitos
autorais. No site, somente é possível – seguindo as regras – visualizar na tela em torno de um quinto de um livro, mesmo aqueles que ainda não estão em domínio público, mas não imprimir ou salvar. A empresa compara isso a uma folheada num exemplar interessante em uma
livraria. Não é difícil, contudo – utilizando o
próprio mecanismo de busca da empresa – encontrar na internet diversas formas de driblar as barreiras do sistema para, sim, conseguir imprimir e salvar qualquer livro digitalizado. Uma mostra de como a informação na internet é indomável.
- As barreiras da Google são ridículas – afirma Jorge Lopes de Souza Leão, engenheiro da UFRJ que acaba de desenvolver um software para catalogação de bibliotecas. – Qualquer hacker de meia tigela imprime e salva o que quiser no Google Print.
Polêmica com a Google mostra limites do direito autoral
A Google foi processada basicamente por proceder com os livros da mesma forma como catalogou bilhões de páginas na internet: tornando acessível informação sobre alguma coisa, e não a coisa em si. Mas, quando
se trata de livros, essa é obviamente uma linha tênue: a imagem de cinco páginas de um conto de cinco páginas é o próprio conto. Apesar de a empresa retirar de seu índice qualquer autor que assim o queira e de disponibilizar links para bibliotecas onde pode ser lido e livrarias onde pode ser comprado legalmente, escritores e editores estão irados.
- O copyright nunca funcionou assim, essa atitude irresponsável da Google abala uma das suas fundações. Não cabe aos escritores esquadrinhar a internet para saber quem está violando seus direitos – disse ao GLOBO, por telefone, de Nova York, Paul Aiken, diretor
executivo da Authors Guild, poderosa associação dos escritores dos EUA e uma das autoras do processo contra a Google. – Esses livros não estão na internet e é por uma razão: sabemos que a rede é a maior máquina copiadora do mundo. Se está em formato
digital, está em risco.
O que é risco para alguns é oportunidade para outros
- Isso é uma antevisão do impacto que os meios
digitais terão no mundo editorial. Não adianta ser contra a evolução. Nada do que é digitalizável vai ficar de fora e tudo o que puder ser transformado em informação vai ser revolucionado. No mundo do livro, ainda não se sentiu impacto tão grande, porque ele tem
um fator cultural forte e hoje ainda não há formatos práticos para se ler online. Mas eles vão existir – afirma o professor da FGV André Kischinevsky, diretor do Instituto Infnet, um dos mais renomados do país na formação de profissionais na área de tecnologia.
Se a Google está apanhando por ter saído na frente e não ter consultado as editoras, Amazon e OCA, ainda que tenham “se comportado bem”, têm desafios à frente também.
Poucos duvidam do sucesso comercial dos dois serviços da Amazon, a exemplo do que aconteceu com o iTunes, da Apple, onde é possível fazer downloads legais, pagos,
de música. Mas eles tornarão disponíveis milhões de livros em alta qualidade – o que provavelmente abrirá as portas para um nível de pirataria que a indústria editorial ainda não viu, comparável apenas ao que já acontece na música e no audiovisual. Já a crítica à
OCA é mais filosófica: se a empresa seguir seu projeto inicial de escanear apenas textos em domínio público ou obras autorizadas pelos autores, a catalogação caminhará a passos lentos e o acervo seria muito mais pobre. No fundo, o que está em xeque é o conceito de
copyright.
Knowledge versus information societies : UNESCO report takes stock of the difference
o conceito de sociedade da informação está desatualizado
A Unesco em comunicação a imprensa de 3/11/2005 faz, pela primeira vez, uma forte diferenciação entre os conceitos de sociedade da informação e sociedade do conhecimento indicando que, em termos sociais e culturais, o conceito de sociedade da informação, como vem sendo usado, está não só desatualizado como errado.
É um erro confundir a sociedade da informação com a sociedade do conhecimento.
A Sociedade do conhecimento contribui para que o indivíduo se realize em sua realidade vivencial. Compreende configurações éticas e culturais e dimensões políticas.
A sociedade da informação, por outro lado, está
limitada a um avanço de novas técnicas devotadas para ao, almoxarifar e transferir, o que pode ser uma massa de dados indistintos para aquele que, não tem as competências necessárias para se beneficiarem deste tecnoespaço.
Falando de uma forma ampla, assim como a
sociedade industrial trouxe as tecnologias do
vapor, a eletricidade e o motor a combustão para modificar o processo de produzir bens materiais a sociedade da informação ligou-se as tecnologias emergentes da microeletrônica e da
telecomunicação para processar e reunir estoques de dados relacionados visando uma eventual transferência destes dados.
Em nem um momento a sociedade da informação pretendeu ser responsável pelo conhecimento gerado na sociedade. A sociedade da informação foi sempre uma tecnoutopia e nunca uma utopia para um conhecimento social ampliado.
Há que cuidar quando se for usar o termo sociedade da informação, seu significado é
simples e limitado comparado ao vigor dinâmico de uma ação completada de conhecimento.
Ver Relatório da UNESCO:
http://portal.unesco.org/en/ev.php-URL_ID=30586&URL_DO=DO_TOPIC&URL_SECTION=201.html

