Archive for December, 2005
R.O.D // Read or Die // Yomiko’s Library
O mundo dos bibliotecários e biblioófilos chegou até aos mangás e animês, hohoho! “Read or die” é esta pérola do animê (ainda não tive oportunidade de ler o mangá). Um misto de bibliófilo com agente secreto, só podia ser coisa de mangá ![]()
R.O.D // Read or Die // Yomiko’s Library
It may be confusing to new fans of R.O.D which one is which. Read or Die is a four-volume manga and 3 episode OVA. It focuses on a bibliophile, Yomiko Readman. She loves books to an extreme and is a substitude teacher, as well as a secret agent. She has special powers in which she is able to manipulate paper. Read or Dream is the sequel to Read or Die, but does not center around Yomiko. Read or Dream is currently a manga, being serialized in Ultra Jump and is also being made into an upcoming TV series. Read or Dream focuses on the three Paper Sisters: Michelle, Maggie, and Anita, who also have the ability to manipulate paper.
No commentsCPBA.NET
Site muito interessante com diversos manuais sobre conservação de livros e documentos:
O Projeto Conservação Preventiva em Bibliotecas e Arquivos, CPBA foi idealizado em 1994 por um grupo de pessoas preocupadas com a preservação dos acervos documentais brasileiros. As condições climáticas a que estão expostos nossos registros documentais reforça a necessidade de serem elaboradas políticas continuadas, por meio das quais seja possível evitar o acelerado processo de degradação química, o ataque de insetos e microorganismos e a conseqüente falência de nossos acervos de memória. A Conservação Preventiva é sem dúvida a opção mais viável em termos de custos e de resultados.
No commentsLifehack Your Books: Dogear, Writing In Books, and Apologizing to Librarians– The Glass is Too Big
Lifehack Your Books: Dogear, Writing In Books, and Apologizing to Librarians
December 13th, 2005 by J Wynia -
First, I want to apologize to librarians and to make clear that what I’m about to say applies only to books you’ve bought for yourself. See, since libraries and books that our parents bought for us are our primary mode of book access in childhood, we grow up with a set of norms for how we interact with books. Because all of those books are expected to remain in as pristine of shape as possible for as long as possible, we have a set of rules in our heads.
1. Never write in books
2. Never dogear pages (fold over the corner)
3. Keep dustjackets on the books and add them via bookcovers if they don’t have them.
And, for textbooks, books that your younger siblings need to use later, and library books, those rules are necessary to ensure that the books last long enough to be useful to as many people as possible. However, for books bought for individual use, these rules aren’t necessary. If you adhere to them religiously for your own books (most of which couldn’t possibly wear out via normal use), you’re missing out on some of the best methods for getting the most out of books.
I personally believe that there is no greater respect that can be shown a book than by using it.
No commentsO Pif Paf
Leia a matéria completa. Vale a pena.
O ano é 1964. No dia 9 de abril, é baixado o Ato Institucional, que tem, como primeira consequência, a cassação de 40 mandatos. Nesse mesmo dia, o presidente deposto João
Goulart exila-se no Uruguai. Dois dias depois, Castello Branco é eleito presidente. Nos cinemas, 007 Contra Goldfinger , com Sean Conery, e a primeira exibição de Deus e o Diabo na Terra do Sol , de Glauber Rocha. Cassius Clay torna-se campeão mundial de pesos pesados. Os Beatles fazem viagem triunfal aos Estados Unidos.
No Brasil, o ano fecharia com uma inflação de 92,1% (quase 12 pontos percentuais maior do que a do ano anterior). O ano também terminaria com 203 casos de denúncias de tortura e 20 mortes (nove suicídios) relacionadas com o regime de exceção.
No meio do redemoinho, no olho do furacão, o humorista, escritor e jornalista Millôr Fernandes lança no dia 21 de maio o tablóide Pif Paf , que durou apenas quatro meses e oito números, publicação que desafiaria, com irreverência e humor, a ditadura militar recém-instalada no país e a censura. Referência da “imprensa alternativa”, Pif Paf , influenciou jornalistas e semanários que viriam depois, como o Pasquim . Iniciativa da Editora Argumento, foi lançada Pif Paf Quarenta Anos Depois – coleção fac-similar das 8 edições da revista Pif Paf de Millôr Fernandes.
No commentsMore Moleskine Hacks ¦ 43 Folders
More Moleskine Hacks | 43 Folders
More Moleskine Hacks
Everytime I pick up a new Moleskine, I’m reminded how much I freaking love these things. I got a fresh one the other day at Flax, so why not mention a few new Moleskine hacks?
Não sabe o que é um moleskine?
Tem muita coisa na web sobre eles, mas pode começar por aqui. No comments
D*I*Y Planner ¦ Paper, productivity & passion
Power to the paper!
D*I*Y Planner | Paper, productivity & passion
We are a community of people who see the value of paper as a medium for planning, productivity, creative expression, and exploring ideas. We encourage visitors to share advice and inspiration, and we love to see submissions for templates, kit images and story articles. We are also the official home of the free D*I*Y Planner kits. Please enjoy your stay, and make yourself at home!
No commentsMuseu de Artes e Ofícios – MAO
Um museu novo aqui no Brasil é sempre motivo de comemoração:
Museu de Artes e Ofícios – MAO
O Museu de Artes e Ofícios, inaugurado em 15 de dezembro de 2005, em Belo Horizonte, é o primeiro empreendimento museológico brasileiro dedicado integralmente ao tema das artes e dos ofícios e do trabalho no país. Com 9.000 m2 de área, o museu ocupa os prédios históricos da Estação Central, local onde funciona, ainda hoje, uma estação de metrô e um ramal ferroviário, no centro da capital do estado de Minas Gerais.
No commentsFolha de S.Paulo – Literatura: Obra de Niemeyer ganha acervo digital – 15/12/2005
Folha de S.Paulo – Literatura: Obra de Niemeyer ganha acervo digital – 15/12/2005
ARQUITETURA
Desenhos, croquis e estudos do arquiteto deverão ficar disponíveis na internet a partir de maio de 2006
Obra de Niemeyer ganha acervo digital
CRISTINA TARDÁGUILA FERREIRA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, DO RIO
Os cerca de 3.500 desenhos, croquis, paisagens, ilustrações e estudos de caso feitos pelo arquiteto Oscar Niemeyer entre os anos 60 e 90 em seus escritórios do Rio de Janeiro e de Paris estarão melhor protegidos da ação do tempo.
Até junho do ano que vem, o material que hoje está em folhas de papel vegetal, consideradas extremamente frágeis por especialistas, passará por um processo de microfilmagem e, depois, se transformará em mídia digital.
Com isso, muito em breve os admiradores do maior expoente da arquitetura brasileira, que hoje comemora 98 anos, terão acesso a seu trabalho por meio da internet, em um portal que deverá ficar pronto em maio de 2006.
“Como a maior parte dos documentos dessa época são muito grandes para uma digitalização imediata, primeiro precisaremos transformar tudo em microfilmes com a ajuda de um equipamento chamado Planetária. Depois, esses microfilmes, que têm cerca de 50 anos de durabilidade, serão convertidos em mídias digitais e darão origem a CD, o que permitirá a criação do portal”, explica a gerente executiva da Cobra Tecnologia, empresa do Banco do Brasil responsável pelo processo de digitalização, Simone Irazabal.
A idéia de preservar os traços de Niemeyer não é nova, mas a parceria entre a Fundação Oscar Niemeyer e a Cobra Tecnologia só surgiu em abril de 2005.
De lá para cá, foi montada uma equipe multidisciplinar composta por cinco profissionais que se encarregarm de garantir o sucesso do processo e também de criar uma mapoteca para a fundação. Nessa mapoteca, que terá condições ideais de temperatura, umidade e iluminação, ficarão para sempre armazenados e protegidos os originais de Niemeyer.
A coordenadora do projeto dentro da Fundação Oscar Niemeyer, Fernanda Martins, faz questão, no entanto, de ressaltar: “a digitalização não nos exime da responsabilidade de preservar adequadamente os originais”.
Ao passar os documentos do papel para o computador, os pesquisadores aproveitarão também para identificar, organizar e catalogar cada um deles. Desta forma, estarão construindo o primeiro catálogo digital do arquiteto.
“Além de preservarmos a obra arquitetônica, com esse projeto também agilizaremos o atendimento que precisa ser dado à distância ao grande número de demandas que recebemos para exposições e publicações e aos pedidos dos pesquisadores que nos procuram diariamente”, conta Fernanda Martins.
A digitalização, que segundo Simone Irazabal tem um custo de aproximadamente R$ 200 mil, está sendo integralmente doada à Fundação Oscar Niemeyer e poderá se estender a outros documentos do arquiteto em uma segunda fase, a ser negociada.
Para o presidente da Cobra Tecnologia, Leandro Vergara, outro ponto positivo da digitalização é o fato de ela tornar “simples o acesso e a reprodução em massa das obras, fundamental para a democratização do conhecimento arquitetônico de Oscar Niemeyer”.
A técnica que será utilizada pela empresa na fundação já é comum dentro do Banco do Brasil, com cheques e documentos que precisam ter grande durabilidade. Segundo a Cobra, os originais não correm nenhum risco durante a microfilmagem ou a digitalização.
No almoço que marcou o início dos trabalhos, realizado na última segunda-feira no Rio, Niemeyer não poupou modéstia para falar sobre o que sente em relação ao projeto que visa preservar seus desenhos. “Durante muitos anos, fiz meu trabalho com a preocupação de ser útil para a comunidade e de lhe entregar o melhor, mas não tinha a clareza de que as pessoas se preocupariam com a preservação dele. Agora, vendo tanta gente empenhada nessa digitalização, percebo que meu esforço não foi em vão.”
No commentsAtelier Além do Livro
A Patricia Giordano agora tem site:
Atelier Além do Livro
Seminário – Tecidos e sua conservação no Brasil: museus e coleções
Uau, muito legal esse evento. Quem se interessar deve correr, as inscrições só vão até dia 15 de dezembro!
Seminário – Tecidos e sua conservação no Brasil: museus e coleções






