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Archive for December, 2005

O SONHO DE OTLET

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Datagramazero

O SONHO DE OTLET no DZG de Dezembro

“O hipertexto é um sistema de representação de informação, que monta um ardil semântico não linear e de múltiplos caminhos, muitas opções de informação. A informação no texto linear reduz a incerteza pontual. O hipertexto com sua trajetória vagante e livre cria incertezas, textos enredados não respondem apontam são percursos de passos delirantes, sem destino certo, labirintos entrelaçados que recolocam a mundialização de documentos com que sonharam Otlet, Marshal Maculam, Ted Nelson e outros.”

Esta é uma parte do artigo: ” As tecnoutopias do saber” uma breve historiografia do hipertexto no Datagramazero de dezembro de 2005 que com este número comemora o sexto ano consecutivo da publicação em ciência da informação e suas áreas conexas.

DataGramaZero – Revista de Ciência da Informação

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Sumário
1 – As tecnoutopias do saber: redes interligando o conhecimento
por Aldo de Albuquerque Barreto

Resumo: O livre fluxo de informação e sua distribuição ampliada e eqüitativa tem sido um sonho de diversos homens em diversas épocas. A rede hipertextual do documento universal foi uma preocupação desde a Academia de Lince, talvez a mais velha sociedade científica de 1603. É nossa intenção mostrar que a preocupação com as redes de saber para uma distribuição adequada do conhecimento produzido pela humanidade vem desde o século XVII passando por antigas instituições e grupos europeus, como a construção da Enciclopédia de Diderot e D’Alembert, Paul Otlet e seu grupo na Bélgica chegando a tecnoutopia da Sociedade em Rede .

2 – A função do iconismo na percepção: etapa precursora da construção de conhecimentos e informações
por Henriete F. Gomes

Resumo: Apresenta uma breve revisão de abordagens teóricas acerca do iconismo, apontando sua função na percepção e na construção do conhecimento e da informação. O texto também apresenta a relação entre ícone, percepção e as categorias peirceanas. Destaca o debate estabelecido entre Umberto Eco e Maldonado acerca do iconismo.

3 – O paradigma biológico do conhecer e a questão da informação
por Pablo Marcos Derqui

Resumo: O conceito de informação é abordado em sua dimensão paradigmática, analisando-se a questão pelo prisma do paradigma da complexidade da auto-organização em biologia, representado pela teoria da autopoiese. Através dessa análise tenta-se redimensionar a questão da informação, e suas conexões com o conhecimento, a partir da natureza biológica do ser humano, abordando assim uma perspectiva epistemológica nova para a Ciência da Informação.

4 – Princípios de Organização e Representação do Conhecimento na Construção de Hiperdocumentos
por Maria Luiza de Almeida Campos e Hagar Espanha Gomes

Resumo: Os princípios de organização de conteúdos já estabelecidos no âmbito das Teoria da Classificação e do Conceito fornecem bases teóricas e metodológicas para o planejamento e elaboração de hiperdocumentos. Concebido inicialmente para a elaboração de esquemas de classificação bibliotecária, o Método de Faceta, elaborado por Ranganathan, mostrou-se útil em várias outras oportunidades de organização de informação- documento, em especial na elaboração de tesauros. O hipertexto introduziu uma nova tecnologia de estruturação de documentos para permitir navegação através de uma abordagem não-linear ao texto. Mas não se ocupa do conteúdo semântico, que é o objeto deste estudo, em especial na preparação de hiperdocumentos com fins didáticos em ensino à distância.

5 – Notas sobre a dinâmica da sociocomunicação no ciberespaço
por Walter Clayton de Oliveira, Silvana Ap. B. G. Vidotti e Fátima Ap. Cabral

Resumo: O Ciberespaço é uma teia colossal, um dispositivo de comunicação que associa características múltiplas e opostas. Neste sentido, analisamos, teórica e descritivamente, a dinâmica da sociocomunicação no Ciberespaço e discutimos em que medida ele pode ser aplicado diante das inter-relações que emergem entre os indivíduos pertencentes às comunidades virtuais. Consideramos que, o Ciberespaço, assim definido, configura-se como um locus de extrema complexidade e difícil compreensão.
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Em COLUNAS leia o artigo de opinião “O descompasso entre o corpo e a mente na velocidade das trocas de informação” ; o DGZ indica e faz a RECENSÃO do livro ‘McLuhan por McLuhan’, que reune 19 conferências e entrevistas inéditas do filósofo da comunicação e traz a seus LINKS relacionados aos temas deste número.

O DataGramaZero tem o ISSN 1517-3801, É indexado no Brasil e no exterior. e esta’ disponível na Internet, livre para cópias, sem qualquer custo de acesso para seus leitores.O periódico é unicamente virtual e é editado por organização não governamental, sem fins lucrativos, e sem vinculação a organizações políticas ou religiosas. Tem por objetivo induzir e construir elementos facilitadores para um melhor acesso à informação utilizando as inovações das tecnologias de informação e da comunicação.

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December 12th, 2005 at 12:13 am

librarian.net

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Mais um:
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E outro:
Science Library Pad

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December 12th, 2005 at 12:12 am

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Library Dust

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“One of the problems with reading a lot of books is that the habit leads inevitably to the reading of a lot more books, which in turn leads to a backlog of books waiting to be read. The backlog produces anxiety, which in time develops into guilt: eventually the entire process is transformed into a race against time and the ever-rising accumulation of books that cry out to be consumed. This is the happy predicament of the book addict: so many books and so few hours before sleep.”
do Library Dust

Mais um bom blog sobre bibliotecas e assuntos relacionados:
Library Dust

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December 12th, 2005 at 12:11 am

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Nas estantes da cidade

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Matéria da Revista da Folha, 11/12/2005

Especialistas em literatura indicam, e a Revista confere 12 sebos bons para presentear quem gosta de ler

Nas estantes da cidade

[por Débora Yuri]

“Seu” Luiz, do Ornabi, no centro; Evandro, do Avalovara, em Pinheiros; Pedro, do Indústria Cultural, no viaduto Nove de Julho: rato de sebo que se preze é tão íntimo desses nomes como de Fernando Pessoa, Marcel Proust ou Fiódor Dostoiévski.

Três especialistas em literatura elegeram seus sebos favoritos em São Paulo, e a reportagem, em busca de um exemplar de “O Jogo da Amarelinha”, de Julio Cortázar –que sumiu das prateleiras das livrarias e das lojas on-line–, visitou mais de 15 deles, indicando a seguir 12. Embalada pelo Natal, essa espécie de mapa dos sebos cai bem para quem gosta de ler ou pretende dar um presente “cabeça” na noite do dia 24.

1 Banca da Letras/USP
A peregrinação pelos sebos de São Paulo começa na Cidade Universitária, na Faculdade de Letras da USP, no vãozinho ao ar livre que fica entre a Letras e a Filosofia. Ali é comum encontrar livreiros com suas barracas montadas, de segunda a sexta, mas todos ainda vivem à sombra de um.

“O grande sebo da minha vida acabou, era o “seu” Jaime, o maior livreiro da USP. Ele tinha uma banquinha na Letras e passava o dia todo discutindo literatura com a gente. Morreu há uns cinco anos. Nunca mais encontrei um sebo como aquele”, conta William Roberto Cereja, 48, professor e autor do recém-lançado “Ensino de Literatura” (editora Atual).
Ex-aluno da Letras, Cereja sente saudade de “seu” Jaime, assim como boa parte da comunidade uspiana. “Ele recebia professores da USP na casa dele, onde tinha milhares de livros. Os professores falavam, nas aulas: ‘Fale com o ’seu’ Jaime, ele arruma esse livro para você’. Era o cara que quebrava o galho de muitos estudantes.”

“Os melhores livreiros da USP estão na Faculdade de Letras e na Filosofia”, diz Celinha Nascimento, 43, coordenadora de literatura da Escola da Vila. Como universitários e livros são –ou, ao menos, se espera que sejam– indissociáveis, quem dá as cartas no local hoje é o casal Marcia Oliveira, 33, e Luiz César Goulart, 39, ex-aluno da Letras.

A banca não tem muita diversidade, mas encontra-se obras de Stendhal em francês, “Pensamento e Militância”, de Antonio Candido, e correspondências de Proust. A repórter procura “O Jogo da Amarelinha”, clássico do argentino Julio Cortázar. “Xiii, esse é duro encontrar. É fácil vender e difícil aparecer”, sentencia Marcia. A busca pela obra estava apenas começando…

Entrada da Faculdade de Letras da USP, na FFLCH (Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas), r. do Lago, 717, Cidade Universitária, sem telefone.

2 Sebo Dom Quixote
O tour continua no chamado “quarteirão dos sebos”, na avenida Pedroso de Morais, entre a Fnac e a Cardeal Arcoverde. “É engraçado porque, ao lado da superlivraria que é a Fnac, existe esse trechinho de Pinheiros, com seis ou sete sebos. Recomendo passar lá”, diz Celinha Nascimento.

Para quem gosta de garimpar estantes, trata-se mesmo de um pedaço imperdível. No Dom Quixote, há uma profusão de gibis, CDs e DVDs, além de livros de filosofia, antropologia, filosofia, teatro e crítica literária. O público vai de estudantes a políticos, passando por moradores da Vila Madalena e gente ligada a cinema, teatro e artes em geral. O sebo não tinha “O Jogo da Amarelinha”, mas a repórter pagou R$ 15 por um Proust em bom estado.

Av. Pedroso de Morais, 824, Pinheiros, tel. 3032-3001.

3 Sebo Avalovara
“Aqui não entra porcaria: não vendo livros de auto-ajuda, best-seller nem Paulo Coelho, só literatura, filosofia e política de alto nível”, vai logo avisando Evandro Afonso Ferreira, 60, escritor e dono do Avalovara. O nome do sebo é uma homenagem à obra homônima do escritor pernambucano Osman Lins.

A figura de Evandro e seus conhecimentos literários tornam a visita à loja uma verdadeira experiência, e ele não esconde sua “parcialidade”. “Este é o sebo mais inteligente de São Paulo e do Brasil. Quem quiser comprar aqui tem de ter o gosto do dono”, afirma, em tom sério.

Será? A repórter pergunta por expoentes da literatura beat. Evandro desdenha: “Os beatniks eram qualquer coisa”, mas mostra um exemplar de “On the Road”, clássico de Jack Kerouac. Em seguida, elogia o português Herberto Helder, autor do belíssimo “Os Passos em Volta”, e engata uma conversa com a repórter, também fã da obra. “Você leu? É uma obra-prima, é gigantesco! Ele começa assim: ‘Se eu quisesse, enlouquecia’…” Fala também com entusiasmo de António Lobo Antunes, “o melhor escritor do mundo hoje”, na sua opinião.

“Não entendo por que só citam [José] Saramago. Estou aqui para conversar sobre literatura com alunos de letras e amantes de bons livros. Vender é o de menos”, afirma Evandro. Se ele tinha “O Jogo da Amarelinha”? “Difícil, esse não pára na estante.”
Av. Pedroso de Morais, 809, Pinheiros, tel. 3815-7215.

4 Traças & Traços
Aberto há duas semanas na Pedroso, fica num sobrado charmoso e é comandado pela professora de história Luiza Tsuyama Cardoso, 61. O forte do sebo, além de literatura –incluindo obras em inglês, italiano e francês–, são ciências sociais, arquitetura, direito, turismo e ciências exatas. Nenhuma caixa de papelão guardava um exemplar do cobiçado “O Jogo da Amarelinha”.

Av. Pedroso de Morais, 785, Pinheiros, tel. 3518-8917.

5 Sebo Livro & Cia.
Quase na esquina da Teodoro Sampaio com a Henrique Schaumann, é um sebo pequeno, aberto há três anos, que passa quase despercebido no meio das lojas de móveis. “Este eu indico aos meus alunos. O dono faz um trabalho bem legal”, diz Eliane Robert Moraes, 54, professora de literatura da PUC-SP.
A reportagem procurou “Os Irmãos Karamazov”, de Dostoiévski, “O Jogo da Amarelinha” e raridades do ítalo-americano John Fante, considerado o precursor dos beatniks. Saiu de mãos abanando.

R. Teodoro Sampaio, 1.233, Pinheiros, tel. 3061-1268.

6 O Belo Artístico
Se você é um pobre amante de literatura, no sentido literal do termo, este não é o seu lugar. No miolo dos Jardins, O Belo Artístico foi recomendado por Eliane Robert Moraes e é um sebo “diferenciado” –caro.

O forte são livros antigos e raros, com ênfase em literatura brasileira. Exemplares autografados por autores como Guimarães Rosa, Oswald de Andrade, Carlos Drummond, Lima Barreto e Jorge Amado podem custar R$ 2.500. O grosso do público é formado por empresários e colecionadores.

Aqui, nem era o caso de perguntar por uma edição barata do clássico do Cortázar para enfiar na mochila durante a próxima viagem.
R. Estados Unidos, 1.426, Jardins, tel. 3088-1581.

7 Canto das Letras
“Este sebo é delicioso, tem um café agradável”, elogia Celinha Nascimento, coordenadora de literatura da Escola da Vila. Há três anos em atividade, fica quase na esquina da rua Augusta com a alameda Franca. Seu café será reativado em janeiro, junto com a inauguração do espaçoso jardim, que fica nos fundos da casa.
CDs, DVDs, discos em vinil, arte, fotografia e literatura brasileira e estrangeira são o destaque. A repórter pergunta por Cortázar, Kerouac e Fante. “Pô, pede alguma coisa que eu tenho!”, diz um dos donos, Jefferson Moreira, 20. Dostoiévski ele tem, uma versão puída de “Os Irmãos Karamazov” e “O Idiota”, elogiado pelo vendedor.

“O nosso forte é tudo”, diz Jefferson. “Não tem essa coisa de ‘Aqui não entra porcaria’. O que é porcaria para mim pode não ser para você”, justifica.

R. Augusta, 2.244, Jardins, tel. 3081-2120.

8 Sebo Praia dos Livros
“Ler ou não ser”, diz um adesivo colado no caixa deste sebo, próximo ao shopping Paulista. Mesas, sofá, cafeteria e um cibercafé ajudam o freqüentador a saborear com calma seus autores favoritos.

“O legal de um sebo é quando o vendedor entende do assunto e te ajuda. É o caso deste”, diz Celinha Nascimento. A dona, Daniele Helfstein, 31, até senta para tomar uma cerveja no balcão do café com os clientes e discutir literatura.

“Recebo todo tipo de público, até o ‘novo leitor’, aquele que desce do metrô, entra para tomar um guaraná e de repente se interessa por livros”, conta. Colecionadores e turistas estrangeiros hospedados na região da avenida Paulista também dão as caras.
A busca por “O Jogo da Amarelinha” continua, mas a reportagem, mais uma vez, não acha a obra. Solícita, a dona anota telefones. “Vou achar para você, é um desafio”, diz.

Av. Bernardino de Campos, 319/331, Paraíso, tel. 3266-6917.

9 Sebo do Messias
A peregrinação chega à região central da cidade, onde o Sebo do Messias é referência. São quatro unidades, e a da praça João Mendes existe há 35 anos. “É famoso, tem muita coisa, mas acho o atendimento impessoal”, diz o professor e escritor William Roberto Cereja. Celinha Nascimento recomenda, embora também faça ressalvas: “O Messias tem muitos livros, mas é uma bagunça. Você tem de ir com tempo de sobra”.

Na filial da Brigadeiro Luís Antônio, há uma cafeteria e boa variedade de fitas VHS. Os livros são vendidos a partir de R$ 0,50, e “O Jogo da Amarelinha”, novamente, estava em falta…
Av. Brig. Luís Antônio, 269, Bela Vista, tel. 3107-4809.

10 Indústria Cultural
Uma casinha difícil de ser notada, sem letreiros: foi preciso ajuda de um vendedor de banca de jornal para achar o “264″, nome antigo do Indústria Cultural, ponto famoso entre os ratos de sebos. Indicado por Celinha Nascimento, é também um dos favoritos de Eliane Robert Moraes, da PUC-SP: “Eles têm autores surrealistas franceses, muita coisa de modernismo, é um local excelente”.
O dono, Pedro Lopes, 35, é um apaixonado por “literatura boa”. “Larguei a escola na 6ª série e fui ler o que queria. Viajei pelo Brasil inteiro, América do Sul, metade da Europa. Montei esse sebo há dez anos”, conta.

Pedro guarda uma série de “paradas boas” na apertada casa de dois andares, com livros e discos espalhados pelo chão. Politicamente incorreto assumido, ele tem uma teoria sobre a qualidade dos sebos: “Sebo bom é aquele em que os caras cobram R$ 20 por livro que vale R$ 200 e vice-versa”, brinca, lembrando-se de quando entrou num e perguntou: “Você tem ‘Casa Grande & Senzala’?”. “O vendedor respondeu: ‘Não tenho nem um nem outro’”, diverte-se.

O Indústria Cultural tem uma estante inteira dedicada aos beats, incluindo uma caixa com Kerouac declamando poemas –faltaram apenas “O Primeiro Terço”, de Neal Cassady (o herói de “On the Road”), e “The Road to Los Angeles”, de John Fante.

Alívio e, a essas alturas do campeonato, surpresa: a repórter finalmente encontra “O Jogo da Amarelinha”, por R$ 50. Estimulada pelo livreiro, compra também “Fome”, de Knut Hamsun (”Esse é o cara que inspirou o Fante, você não leu ‘Sonhos de Bunker Hill’?”), e “Reações Psicóticas”, de Lester Bangs, o maior crítico de rock da história.

Saldo final: R$ 80 a menos na carteira e a certeza de que, se seu saldo não estiver positivo, melhor ficar longe desse livreiro.
Viaduto Nove de Julho, 184, Consolação, tel. 3255-3270.

11 Sebo do Brandão
Subindo a escadinha de um prédio antigo do centro, chega-se ao Sebo do Brandão, cuja matriz existe há 53 anos em Recife (PE). Recomendada por Celinha Nascimento, a filial de São Paulo está aberta há mais de duas décadas e oferece cerca de 100 mil títulos.

“Os nossos clientes, antigos e novos, podem fazer a oferta. A decisão é da firma”, avisa um cartaz colado na parede. O público é eclético: reúne dos “mais carentes” a juízes, advogados, universitários e colecionadores.

R. Xavier de Toledo, 234, centro, tel. 3214-3325.

12 Ornabi (Organizadora Nacional de Bibliotecas)
Comandado há 60 anos por Luiz Oliveira Dias, 87, o Ornabi é uma instituição paulistana quando se fala de sebos. “É o melhor de São Paulo, mas também o mais caro. O dono sabe tudo de literatura, entende o valor que cada obra tem”, diz Celinha Nascimento. Eliane Robert Moraes é outra fã e freqüentadora: “Já encontrei lá coisas raríssimas, inclusive uma edição fora do comércio do Marquês de Sade”.
O Ornabi estréia seu novo endereço, no segundo andar de um prédio na Quintino Bocaiúva, em duas semanas. As paredes já estão enfeitadas com quadros de Fernando Pessoa, o maior poeta português e, talvez, do mundo, e seus mais importantes heterônimos, Álvaro de Campos, Alberto Caeiro e Ricardo Reis.
R. Quintino Bocaiúva, 176, sala 9, tel. 3105-1391.

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December 12th, 2005 at 12:10 am

Flickr: Photos from travelinlibrarian

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Um flickr muito bacana, e que ainda linka para outros flickrs de bibliotecas e afins:
Flickr: Photos from travelinlibrarian

Update: navegando mais pelo flickr acima, percebi como ele é “irmão” do meu. Mais um doido que gosta de fotografar livros!

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December 12th, 2005 at 12:10 am

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ARCOweb – Fernando Manzone – Livraria El Ateneo, Buenos Aires, Argentina

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Ah! Se já não bastasse a Papelera Palermo, em Buenos Aires, ainda existe esta maravilha em forma de livraria!
ARCOweb – Fernando Manzone – Livraria El Ateneo, Buenos Aires, Argentina

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December 4th, 2005 at 11:57 pm

Idea Store – Created and Managed by Tower Hamlets Council – Welcome – What’s the great idea?

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Uma proposta para renovar a imagem das bibliotecas, promovida lá na Inglaterra:

Idea Store – Created and Managed by Tower Hamlets Council – Welcome – What’s the great idea?

Imagine a place where you can get into a good book, listen to a CD in comfortable, friendly surroundings or study quietly knowing that the knowledge you need is just a fingertip away.

Imagine a place where skills and training advice is freely available and courses are offered in the same building. A place where you can learn informally at your own pace, mixing with other people learning all sorts of new skills. A place that will allow you to move on, in the same friendly and familiar surroundings, to more formal forms of learning if you choose. A place geared to help you get the most out of life.

Imagine a place where you can take your whole family to use a wide range of services and enjoy a safe environment. A place where parents and children can learn together with other families in fun and stimulating surroundings. Imagine a place where you can relax in a quality cafe, take in an art exhibition or music performance.

Imagine a quiet place where you can do your school homework, a place that is fun and exciting, a place where you can meet your friends, have lots of fun.

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December 4th, 2005 at 12:09 am

Portal de Referência – Arquivologia, Biblioteconomia e Ciência da Informação

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O Portal de Referência traz links para uma série de matérias realizadas pelo JB sobre as bibliotecas do Rio de Janeiro:

Arrumando as estantes
Levantamento feito pelo JB avalia as bibliotecas públicas da cidade do Rio de Janeiro

É muito interessante ver as bibliotecas conquistarem tanto espaço assim na mídia. Vale a pena ler.

Sobre o Portal de Referência, o boletim deles é muito bom, sempre com notícias interessantes:

Portal de Referência – Arquivologia, Biblioteconomia e Ciência da Informação

Desenvolvido pelo Serviço de Informação Referencial (SIR) do Núcleo de Documentação (NDC) da Universidade Federal Fluminense (UFF), o Portal de Referência é, por um lado, um serviço virtual e de informação especializada em Arquivologia, Biblioteconomia e Ciência da Informação. Por outro lado, entretanto, é um serviço de referência voltado aos profissionais e estudantes dessas áreas e de outras que desejam localizar fontes de referência e sites de serviços de informação disponíveis na Web.

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Written by lu terceiro

December 4th, 2005 at 12:08 am

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