luterceiro

apaixonada por coisas criativas

Archive for February 24th, 2006

Stanford Kay

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Amei!

Stanford Kay – The Gutemberg variations

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Written by lu terceiro

February 24th, 2006 at 2:32 am

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UNIVERSO HQ ¦ QUADRINHOS ¦ O Tico-Tico em volume luxuoso da Opera Graphica

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Eu adoro lançamentos que, de alguma maneira, resgatam publicações históricas, principalmente publicações que existiram quando eu ainda não era nascida ) , como o Pif-Paf.

Essa edição do Tico-Tico vale cada centavo, é linda!

UNIVERSO HQ | QUADRINHOS | O Tico-Tico em volume luxuoso da Opera Graphica

Written by lu terceiro

February 24th, 2006 at 2:31 am

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Shakespeare & Co.

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Vi essa matéria na Folha ontem e fiquei bem interessada no livro. Outro livro, lançado pela Casa da Palavra, sobre a mesma livraria, já havia chamado a minha atenção.

Casa da Palavra: Shakespeare and Company: Sylvia Beach

Amazon.com: Time Was Soft There : A Paris Sojourn at Shakespeare & Co.: Books: Jeremy Mercer

Written by lu terceiro

February 24th, 2006 at 2:31 am

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Folha de S.Paulo – O homem que dorme em livrarias – 23/02/2006

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Folha de S.Paulo – O homem que dorme em livrarias – 23/02/2006
O homem que dorme em livrarias

Escritor canadense, que lançou livro nos EUA e no Reino Unido sobre os cinco meses em que “morou” na Shakespeare and Company, em Paris, repete a experiência em outras lojas

RAFAEL CARIELLO
DA REPORTAGEM LOCAL

O jornalista e escritor canadense Jeremy Mercer, 35, arrumou um jeito novo de ganhar a vida. Anda pelo mundo dormindo em livrarias, escrevendo sobre a experiência e promovendo suas obras com novos “tours” por entre estantes de livros. Ele vem fazendo sucesso nos cadernos literários dos EUA e da Inglaterra com um livrinho simpático sobre os cinco meses em que morou na mais famosa livraria do mundo, a Shakespeare and Company, de Paris. Agora prepara um novo livro enquanto dorme em outra delas, a Atlantis, na ilha grega de Santorini.
A motivação para o périplo, além do marketing, lembra a do personagem do filme “Amarcord”, de Fellini. Durante um passeio de carro da família pelo campo, o tio demente desaparece. Procura de lá, procura de cá, encontram-no no alto da única árvore do descampado mediterrâneo. Vários “desce-daí-não-desço” depois, resolvem negociar com o aflito -e perguntar o que afinal lhe atormenta. “Eu quero uma mulher”, ele grita, balançando os galhos.
O livro que relata a vida de Mercer na Shakespeare and Co. foi lançado nos EUA no ano passado, com o autor percorrendo 23 livrarias em 44 dias. Chama-se “Time Was Soft There” (em tradução literal, “o tempo era macio por lá”). O título da versão britânica é “Books, Baguettes & Bedbugs” (livros, baguetes e percevejos). Recebeu elogios de jornais como o “Guardian” e o “Independent”.
A história começa em 1999, no Canadá. O escritor, que trabalhava na época como repórter policial para o jornal “Ottawa Citizen”, vinha de lançar um livro sobre os principais bandidos do país. “Acabei me envolvendo numa confusão com um sujeito em particular, especialista em assaltar cofres”, diz. “Ele pediu para eu não citar o seu nome no livro -e não o fiz no capítulo que tratava especificamente de seus assaltos. Mas, num capítulo final, em que dizia porque tinha escrito o livro, e no qual descrevia muitos dos criminosos como boas pessoas, registrei o seu nome.”
“Ele ficou bastante chateado, me ameaçou e invadiu o meu apartamento. Foi aí que me dei conta de que era um bom momento para ir embora”, diz.

Paris
Com US$ 3.000 no bolso, Mercer partiu para Paris. Um dia, com o dinheiro acabando, aceitou um convite da balconista da livraria Shakespeare & Co. para uma xícara de chá. Descobriu que poderia dormir de graça entre as estantes em troca de pequenos serviços diários e do compromisso de ler pelo menos um livro por dia.
“Li mais do que havia feito em toda a minha vida. Antes trabalhava como jornalista -com uma carga de 60 ou 70 horas por semana. Podia me considerar um felizardo se desse conta de dois ou três livros num mês.”
A estadia de “malucos” de todos os tipos -como os descreve o próprio Mercer- na livraria é incentivada pelo dono da loja, George Whitman. Muitos ajeitam seus sacos de dormir entre as estantes e são acordados pelos primeiros clientes da manhã.
A experiência do canadense, muito mais do que literária, durou de janeiro a maio de 2000, e está no livro. Mas a história não acaba aí, pois no fundo o que Mercer quer, enquanto lê e escreve, é o mesmo que o tio da família italiana de Fellini.
Questionado até quando pretende continuar nessa vida, lembra da mais recente namorada. “Meu último amor ficou em Marselha. Devo continuar na estrada, viajando por aí, escrevendo novos livros, até me apaixonar de novo.”
Depois embaralha tudo, falando sobre a outra paixão. “Livrarias são como namoradas. Você sempre gosta mais daquela com que você está agora”, ele diz, ao descrever a Atlantis, para ele a melhor livraria do mundo, uma empreitada de um coletivo de artistas europeus na Grécia.
“O que eu gosto nas livrarias é a sensação de comunidade que nelas encontro. Gosto dessa idéia de que, ao entrar numa delas, é como se você entrasse numa família excêntrica.” É do abrigo de sua nova “família” na Grécia -onde fica até setembro- que Mercer conta, pelo telefone, a história da sua desilusão amorosa.
O escritor conheceu Julie durante uma rodada de leitura de poesias num bar de Paris, em 2003. “Ela era uma das poucas pessoas ali que entendiam inglês. E tinha esses olhos enormes.” Seguiu a moça, uma pintora, até Marselha, no sul da França.
Daí, mais livros. “Ela conhecia tudo de literatura francesa, e me apresentou a novos autores.” Mas, como costuma acontecer, o romance acabou. “Ela odiava o fato de eu estar sempre pobre, sem dinheiro. E também não gostava que eu gastasse meu tempo… Bem, ela precisava de mais estabilidade”, ele explica. “Mas talvez o grande problema mesmo é que ela é de câncer, e eu sou de aquário”, brinca. “Preciso de uma menina de gêmeos, você conhece?”

Written by lu terceiro

February 24th, 2006 at 2:29 am

Folha de S.Paulo – Comentário: Charme da Shakespeare and Company é a bagunça – 23/02/2006

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Folha de S.Paulo – Comentário: Charme da Shakespeare and Company é a bagunça – 23/02/2006
Charme da Shakespeare and Company é a bagunça

NELSON ASCHER
COLUNISTA DA FOLHA

A Shakespeare & Company de Paris que, fundada em 1951, vende principalmente livros em inglês, fica na região de St. Germain, na margem esquerda do Sena, diante da catedral de Notre-Dame, rodeada por pequenos restaurantes. Como seu vizinho que fui durante uns três anos, eu passava por ela diariamente.
A livraria já teve dias melhores e várias entre suas competidoras atuais, a Village Voice, também no Quartier Latin, ou a Galignani, na Rue de Rivoli (perto do Louvre), são melhores, mais organizadas, têm um atendimento digno do nome e estoques mais completos e/ou interessantes.
A Shakespeare, porém, tem a vantagem de ficar aberta até a meia-noite e de poder ser freqüentada até mesmo no 14 de Julho. Além disso, ela é também um sebo que merece ser visitado de quando em quando. Seu charme, para os que o apreciam, é a própria bagunça, o aperto, a confusão, sobretudo, de jovens norte-americanos se acotovelando dentro dela menos em busca de leitura que de informações e conversa em sua língua.
Que alguém se predisponha a dormir entre suas estantes (inclusive do ponto de vista de quem, como eu, tem a cama cercada de tomos ameaçadoramente exigindo leitura imediata), aponta menos para prazeres ou perversões livrescas (como aqueles ilustrados pelo caso do sinólogo Peter Kien, o protagonista de “Auto-de-Fé” de Elias Canetti, cuja experiência formativa havia sido a de passar na infância uma noite trancado dentro de uma livraria e que, adulto, orgulhava-se de ter a maior biblioteca da cidade) do que para o preço extorsivo de acomodações parisienses mais triviais.
São antes as bibliotecas, não as livrarias, que obviamente remetem ao bibliotecário cego de Babel, o ficcionista argentino Jorge Luis Borges, que as tematizou obsessivamente. Convém observar, no entanto, que, com a expansão seja de bibliotecas, seja de livrarias on-line, as fisicamente existentes tendem, de algum modo, a combinar ambas as funções, pois as livrarias que sobrevivem vêm se convertendo igualmente em espaços de leitura, discussão, de lançamento de obras novas, noites de autógrafo etc.
O que as livrarias têm a oferecer, assim, é não só a sensação concreta e tátil do livro em carne e osso (ou papel e tinta), mas o encontro de leitores uns com os outros e desses com os autores.
Quanto a esses, bom, cada qual quer ter seu espaço tanto nas livrarias quanto nas bibliotecas e adotá-las como albergue noturno, por menos confortável que pareça, talvez seja o bom começo de uma bela amizade.

Written by lu terceiro

February 24th, 2006 at 2:28 am

Livro no Brasil é caro

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Em O Globo de 18/02:

O livro no Brasil é caro, sim. Mas tem cura
http://oglobo.globo.com/jornal/Suplementos/ProsaeVerso/191887915.asp

Mitos e Verdades: ‘Livro no Brasil é caro’
http://oglobo.globo.com/jornal/Suplementos/ProsaeVerso/191887919.asp

Didáticos têm variações e muitas críticas
http://oglobo.globo.com/jornal/Suplementos/ProsaeVerso/191887913.asp

O desafio do livro bom e barato
http://oglobo.globo.com/jornal/Suplementos/ProsaeVerso/191887916.asp

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Written by lu terceiro

February 24th, 2006 at 2:27 am

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