Archive for April 16th, 2007
You obviously know what I’m talking about
A primeira vez que recebi o link não prestei muita atenção e nem vi direito. Só depois é que fui me tocar que No one belongs here more than you só poderia ser obra desta moça.
Ela é a autora de um dos filmes mais fofos do ano passado, que estava postado em meu antigo blog, mas que vale reproduzir aqui.
Me and you and everyone we know
“R.”
“I.”
“N.”
Come on. Come on.
“G.”
We have a whole life
to live together, you fucker!
But it can’t start until you call.
São Paulo No Logo

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Originally uploaded by Tony de Marco.
São Paulo No Logo: série de fotos do Tony, que foi post do Boing-Boing (que chique!)
FERNANDO MEIRELLES
ESPECIAL PARA A FOLHA
UM DIRETOR norte-americano me contou outro dia que sofre de um distúrbio que o impede de entrar em museus.
Ao entrar em uma sala de exposição, seja numa exibição de ciência ou de arte, compulsivamente se sente obrigado a ler todos os textos escritos ao pé dos quadros.
Se não percorrer todas as palavras escritas na sala, não consegue olhar para as pinturas. Sente-se aprisionado pelos textos, como se fossem uma doença que lhe tirasse a visão para as imagens (e é um diretor especialmente cuidadoso com suas imagens).
Disse que este é um distúrbio muito comum, mas que, por mais que tente, não consegue se livrar dele; sua solução foi deixar de freqüentar museus.
Lembrei desta história na semana passada, ao vir pela avenida Tiradentes em direção ao viaduto do Chá. Quando passei diante do prédio da Receita Federal, tive uma visão que me surpreendeu e me inundou de alegria: a cidade de São Paulo estava linda.
Como nós, paulistanos, amamos odiar nossa cidade, estranhei e pensei que a sensação poderia ter sido uma ilusão causada pela luz do sol de final de tarde ou pelo céu especialmente limpo naquele dia, mas não era nada disso.
É que, depois de anos, eu finalmente estava vendo São Paulo ao invés de lê-la. Todas aquelas palavras retiradas das empenas dos prédios e das ruas parecem ter liberado meu cérebro para que ele pudesse ver o que estava por trás.
Me encantei com dezenas de lindas fachadas decô, outras tantas fachadas ecléticas, tão paulistanas, construções do início do século passado ainda intactas, mas antes escondidas por lambris metálicos que sustentavam letreiros.
Percebi então que a compulsão do meu amigo americano talvez seja mesmo um distúrbio comum, eu também sofro deste mal e nem sabia. Me senti orgulhoso como um argentino andando em Buenos Aires, fascinado pela idéia de poder voltar a ver nossa cidade.
E como é bonita São Paulo. E está cada vez mais limpa, mais verde (as paineiras rosa estão prometendo um novo show este ano) e agora também desobstruída das palavras escritas.
Nós não o elegemos, mas sejamos justos, o prefeito Gilberto Kassab (DEM, ex-PFL), como um oftalmologista competente, nos devolveu a visão ou ao menos a paisagem urbana (para que eu não pareça exagerado.) Se eu o visse cruzando alguma daquelas ruas naquele momento, certamente desceria do carro para beijá-lo e agradecer:
- Valeu, doutor.
Fernando Meirelles, 51, que nunca votou em nenhum candidato do PFL, mas está dando o braço a torcer, é cineasta, diretor de “Cidade de Deus” e “O Jardineiro Fiel”
Feira de robôs
Eles já fazem ginástica, já jogam xadrez, já preparam batidas e sucos, já jogam futebol e ensaiam uns passos de dança, eles conversam com a gente e até buscam o ossinho, na versão canina. Mais um pouco, e os Jetsons que se cuidem! A Rosie será nossa!

Feira de robos
Originally uploaded by luterceiro.
Linkable notebooks
Di-wee-rtido!

Ou como aposentar a academia de ginástica. Saldo de uma noitada de Wii: corpos e braços doloridos! Parece que enfrentei uma sessão de musculação ou, mais apropriado, uma surra de boxe :D
Como bem disse a Pat, eu também estava longe dos games já faz um bom tempo (para sentir o drama, a última vez que reunimos pessoas em casa, os jogos foram Atari e Pong!!). Na verdade, desde o Sonic, no Mega Drive, eu não ficava tão entretida com um video-game. No geral, sempre achei muita complicação para pouca graça.
Mas o Wii foi um sucesso! Poderia dizer que a tecnologia é realmente impressionante, ele leva em conta os movimentos do corpo, a velocidade com que o jogador “joga” a bola de boliche, ou a força com que bate na bola de beiseball ou com a raquete de tênis, e outras coisas mais absurdas. Mas além disso, o Wii é muito divertido mesmo. Crianças, adultos e idosos, todos se esbaldaram de jogar. E eu fiquei morrendo de vontade de ter um para mim.


