Nos últimos dois meses eu não quis saber de muita coisa fora me manter acordada no trabalho e não ficar muito enjoada (se é isso era possível). Descobri que ficar quietinha, na cama, era ótimo e, se não sobrava muito ânimo para mais nada, eu tinha energia de sobra para devorar todos os livros pendentes e mais alguns.
Assim foram dois meses em companhia do Bone, passando pelo Paul Auster, lendo o último do Carlos Ruiz Zafón (que não chega aos pés do La Sombra del Viento), me atualizando com o Ensaio sobre a Cegueira e por fim, finalmente terminando de ler Cem Anos de Solidão. Este último, sem dúvida, o melhor de toda a leva. No meio do livro, uma certa canseira. Li outros livros, retomei o fôlego e lá fui eu, entre todos os Arcadios e Aurelianos.
Para quem gosta de, além da história, imaginar outras representações gráficas, Cem Anos de Solidão rendeu alguns gráficos bem interessantes, como o acima.





