Archive for the ‘archivology and documentation’ Category
Timbuktu, Mali, sonha ser nova Alexandria
Até esse domingo não tinha me dado conta que eu não sabia realmente onde ficava Timbuktu – e sequer se a cidade ainda existia!
Salva da ignorância pelo jornal de domingo, uma matéria muito legal que conta sobre as bibliotecas familiares comuns na cidade e um tanto de história. Para saber mais sobre a cidade, nada como a velha e boa Wikipedia: http://en.wikipedia.org/wiki/Timbuktu
Para ler a matéria, clique abaixo:
Fecharam nossa caixa de Pandora

O serviço oferecido pela rádio online Pandora é de tirar o chapéu. Basicamente, você diz o que gosta e a partir disso a rádio começa a sugerir músicas e artistas.
Fiquei mais impressionada com o trabalho deles após ler o post da Pat, que teve a oportunidade de assistir a uma palestra do fundador do serviço.
“O núcleo de pesquisa identificou mais de 400 “genes” ou qualidades musicais classificáveis. Tipo de melodia, harmonia, ritmo, instrumentação, orquestração, arranjo, harmonia vocal, vigor e tom vocal, gênero musical, gênero do vocalista líder, nível de distorção da guitarra, tipo de background vocal, etc. “
Leia a matéria completa no site da Pat:
http://reviravoltasdealice.blogspot.com/2007/06/som-na-caixa-de-pandora.html
Imagine audiotecas (isso existe?) contando com um sistema de classificação como este? Que trabalho impressionante.
Infelizmente o serviço foi bloqueado para o Brasil. De novo, graças ao enrosco dos direitos autorais (esse pessoal não aprende nunca, não?).
A minor history of miniature writing
From 2060 B.C.E to 2003 C.E.

Link: http://cabinetmagazine.org/issues/25/foer.php
Source: http://bsf.org.br/2007/06/02/breve-historia-da-escrita-em-miniatura/
Bibliotecários preocupados com o fim dos livros?
O jeito é explorar outros campos de trabalho :)
Arquivistica.net
Arquivistica.net
O periódico estará aberto à publicação de ensaios, artigos, relatos de experiências, recensões, entrevistas e cartas inseridas no escopo da Ciência da Informação e da Arquivística, em suas relações interdisciplinares com a Biblioteconomia, Museologia e Ciência da Computação, entre outros campos do conhecimento.
VIIIº EREBD – SUL – Encontro Regional dos estudantes de Biblioteconomia, Documentação -Ldna.
Opa, opa, opa, evento bacana para o estudantes de Biblio e afins: EREBD em Londrina, em fevereiro.
VIIIº EREBD – SUL – Encontro Regional dos estudantes de Biblioteconomia, Documentação -Ldna.
Este evento visa a promover a integração e o debate entre estudantes de graduação e de pós-graduação, docentes, profissionais e as universidades, com vistas à difusão do conhecimento, compartilhamento de experiências e intercâmbio social, além de tornar-se ponto relevante para o aperfeiçoamento da profissão.
Folha de S.Paulo – Literatura: Obra de Niemeyer ganha acervo digital – 15/12/2005
Folha de S.Paulo – Literatura: Obra de Niemeyer ganha acervo digital – 15/12/2005
ARQUITETURA
Desenhos, croquis e estudos do arquiteto deverão ficar disponíveis na internet a partir de maio de 2006
Obra de Niemeyer ganha acervo digital
CRISTINA TARDÁGUILA FERREIRA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, DO RIO
Os cerca de 3.500 desenhos, croquis, paisagens, ilustrações e estudos de caso feitos pelo arquiteto Oscar Niemeyer entre os anos 60 e 90 em seus escritórios do Rio de Janeiro e de Paris estarão melhor protegidos da ação do tempo.
Até junho do ano que vem, o material que hoje está em folhas de papel vegetal, consideradas extremamente frágeis por especialistas, passará por um processo de microfilmagem e, depois, se transformará em mídia digital.
Com isso, muito em breve os admiradores do maior expoente da arquitetura brasileira, que hoje comemora 98 anos, terão acesso a seu trabalho por meio da internet, em um portal que deverá ficar pronto em maio de 2006.
“Como a maior parte dos documentos dessa época são muito grandes para uma digitalização imediata, primeiro precisaremos transformar tudo em microfilmes com a ajuda de um equipamento chamado Planetária. Depois, esses microfilmes, que têm cerca de 50 anos de durabilidade, serão convertidos em mídias digitais e darão origem a CD, o que permitirá a criação do portal”, explica a gerente executiva da Cobra Tecnologia, empresa do Banco do Brasil responsável pelo processo de digitalização, Simone Irazabal.
A idéia de preservar os traços de Niemeyer não é nova, mas a parceria entre a Fundação Oscar Niemeyer e a Cobra Tecnologia só surgiu em abril de 2005.
De lá para cá, foi montada uma equipe multidisciplinar composta por cinco profissionais que se encarregarm de garantir o sucesso do processo e também de criar uma mapoteca para a fundação. Nessa mapoteca, que terá condições ideais de temperatura, umidade e iluminação, ficarão para sempre armazenados e protegidos os originais de Niemeyer.
A coordenadora do projeto dentro da Fundação Oscar Niemeyer, Fernanda Martins, faz questão, no entanto, de ressaltar: “a digitalização não nos exime da responsabilidade de preservar adequadamente os originais”.
Ao passar os documentos do papel para o computador, os pesquisadores aproveitarão também para identificar, organizar e catalogar cada um deles. Desta forma, estarão construindo o primeiro catálogo digital do arquiteto.
“Além de preservarmos a obra arquitetônica, com esse projeto também agilizaremos o atendimento que precisa ser dado à distância ao grande número de demandas que recebemos para exposições e publicações e aos pedidos dos pesquisadores que nos procuram diariamente”, conta Fernanda Martins.
A digitalização, que segundo Simone Irazabal tem um custo de aproximadamente R$ 200 mil, está sendo integralmente doada à Fundação Oscar Niemeyer e poderá se estender a outros documentos do arquiteto em uma segunda fase, a ser negociada.
Para o presidente da Cobra Tecnologia, Leandro Vergara, outro ponto positivo da digitalização é o fato de ela tornar “simples o acesso e a reprodução em massa das obras, fundamental para a democratização do conhecimento arquitetônico de Oscar Niemeyer”.
A técnica que será utilizada pela empresa na fundação já é comum dentro do Banco do Brasil, com cheques e documentos que precisam ter grande durabilidade. Segundo a Cobra, os originais não correm nenhum risco durante a microfilmagem ou a digitalização.
No almoço que marcou o início dos trabalhos, realizado na última segunda-feira no Rio, Niemeyer não poupou modéstia para falar sobre o que sente em relação ao projeto que visa preservar seus desenhos. “Durante muitos anos, fiz meu trabalho com a preocupação de ser útil para a comunidade e de lhe entregar o melhor, mas não tinha a clareza de que as pessoas se preocupariam com a preservação dele. Agora, vendo tanta gente empenhada nessa digitalização, percebo que meu esforço não foi em vão.”
Seminário – Tecidos e sua conservação no Brasil: museus e coleções
Uau, muito legal esse evento. Quem se interessar deve correr, as inscrições só vão até dia 15 de dezembro!
Seminário – Tecidos e sua conservação no Brasil: museus e coleções

