Archive for the ‘language and linguistic’ Category
Engrish
Language map

The Indo-European Family of Languages, by The American Heritage® Dictionary of the English Language. Beautiful!
The complete (and big) picture is here.
(via swissmiss)
Nossa Língua Portuguesa
Correndo o risco de parecer mais antiquada que Machado de Assis e Eça de Queiroz, eu confesso que não me agrada nem um pouco a reforma ortográfica que vai entrar em vigor. Parece que a idéia é unificar ou tentar padronizar o idioma falado nos diversos países de língua portuguesa. Mas língua não se trata assim, não? Língua se faz no dia-a-dia, na cultura, e não por lei ou decreto.
E da minha parte, acho que essas mudanças não refletem a vida de cá, mas antes despencam como novas regrinhas a serem memorizadas.
O Ricardo Freire, que escreve no Guia do Estadão, fez uma coluna bem bonitinha sobre o assunto, na última sexta: tremendasaudade.pdf
escutando a conversa alheia

Conversas Furtadas é um blog coletivo. Registramos aqueles fragmentos de diálogos ouvidos nas ruas, elevadores, ônibus, trens, restaurantes, onde for.
Ótima dica da Ana, adorei o site ![]()
E acabou-se a estória
Trinta anos acreditando na estória e eis que descubro que a estória mór-reu. Como alguém pode passar tanto tempo sem saber que a palavra, de fato, não existe??
“Infelizmente, como nos piores pesadelos dos ecologistas, estória rompeu as cercas de segurança, saiu do pequeno rincão do Folclore e invadiu nossas vidas. O responsável por isso foi João Guimarães Rosa (pudera não!). Como escreve meu mestre Celso Pedro Luft, com uma ponta de inesperada ironia, Rosa decidiu “glorificar, imortalizar a ausência do agá: Primeiras Estórias. Corriam os anos de 1962. Primeiras estórias … todos os fãs do mineiro imortal ficaram absolutamente alucinados. E foi estória para cá, estória para lá, estória para todos os lados. Uma epidemia. Perdão, uma glória”. Depois, em 1967 veio Tutaméia, com o subtítulo “Terceiras Estórias“, e o póstumo Estas Estórias, publicado em 1969. Muito tem sido escrito sobre a inovação da linguagem rosiana; a sintaxe de seu narrador é, a meu ver, a criação literária do século. No entanto, sou obrigado a observar que, em termos não-literários, essa inovação é zero. ”
Link: http://www.sualingua.com.br/08/08_estoria.htm




