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Perceptions of Libraries and Information Resources (2005) [OCLC - Membership Reports]
Perceptions of Libraries and Information Resources (2005) [OCLC - Membership Reports]
A Percepção do Público sobre Bibliotecas e Fontes de Informação
Este é um relatório da OCLC de 2005, indicando um
vasto estudo internacional sobre as preferências
e os hábitos daqueles que procuram
informação. Este é o resultado da pesquisa da
OCLC que contou com cerca de 3.500 respostas de
consumidores de informação da Astralia, Canadá
Índia, Singapura, USA e Reino Unido
As percepções estão estudadas nos temas:
Uso da Biblioteca
Conhecimento e uso dos recursos eletrônicos da Biblioteca
Os motores de busca da Internet
O bibliotecário
Informação grátis e copyright
A marca “Biblioteca”
Em uma ampla visão os consumidores de informação
pensam na biblioteca como um lugar para pegar
livros emprestados. Mas é preciso ver o
Relatório pois para entender as percepções de uso em cada tema indicado
acima.
http://www.oclc.org/reports/2005perceptions.htm – site do Relatório
http://www.oclc.org/reports/pdfs/Percept_all.pdf
- para trazer o relatório, completo, em inglês, grátis, de 290 páginas em
.pdf
Conteúdo do Relatório
Introduction vii
Methodology xi
Report Structure xiv
Related OCLC Research and Reports xvi
Part 1: Libraries and Information Sources 1-1
Use, Familiarity and Favorability
1.1 Library Use 1-2
1.2 Familiarity with and Usage of Multiple Information Sources 1-7
1.3 How Respondents Learn about New Information Sources 1-19
1.4 Impressions of Information Sources 1-21
Part 2: Using the LibraryIn Person and Online 2-1
2.1 Activities at the Library 2-1
2.2 Awareness of Library Electronic Resources 2-6
2.3 Using Library Electronic Information Resources 2-10
2.4 Seeking Assistance in Using Library Resources 2-14
2.5 Familiarity with the Library Web Site 2-16
2.6 The Internet Search Engine, the Library and the Librarian 2-18
2.7 Keeping Up-to-Date with Library Resources 2-27
Part 3: The Library Brand 3-1
3.1 The Value of Electronic Information Resources 3-2
3.2 Judging the Trustworthiness of Information 3-4
3.3 Trust in Library Resources and Search Engines 3-6
3.4 Free vs. For-Fee Information 3-9
3.5 Validating Information 3-14
3.6 LibrariesPositive and Negative Associations 3-19
3.7 Lifestyle Fit 3-27
3.8 Booksthe Library Brand 3-31
3.9 Brand PotentialLibraries, Books and Information 3-38
Part 4: Respondents’ Advice to Libraries 4-1
4.1 The Library’s Role in the Community 4-2
4.2 Rating Library Services 4-4
4.3 Advice to Libraries 4-6
Part 5: LibrariesA “Universal” Brand? 5-1
Conclusion 6-1
O SONHO DE OTLET
O SONHO DE OTLET no DZG de Dezembro
“O hipertexto é um sistema de representação de informação, que monta um ardil semântico não linear e de múltiplos caminhos, muitas opções de informação. A informação no texto linear reduz a incerteza pontual. O hipertexto com sua trajetória vagante e livre cria incertezas, textos enredados não respondem apontam são percursos de passos delirantes, sem destino certo, labirintos entrelaçados que recolocam a mundialização de documentos com que sonharam Otlet, Marshal Maculam, Ted Nelson e outros.”
Esta é uma parte do artigo: ” As tecnoutopias do saber” uma breve historiografia do hipertexto no Datagramazero de dezembro de 2005 que com este número comemora o sexto ano consecutivo da publicação em ciência da informação e suas áreas conexas.
DataGramaZero – Revista de Ciência da Informação
http://datagramazero.org.br
http://dgz.org.br
http://www.dgzero.org (EUA)
Sumário
1 – As tecnoutopias do saber: redes interligando o conhecimento
por Aldo de Albuquerque Barreto
Resumo: O livre fluxo de informação e sua distribuição ampliada e eqüitativa tem sido um sonho de diversos homens em diversas épocas. A rede hipertextual do documento universal foi uma preocupação desde a Academia de Lince, talvez a mais velha sociedade científica de 1603. É nossa intenção mostrar que a preocupação com as redes de saber para uma distribuição adequada do conhecimento produzido pela humanidade vem desde o século XVII passando por antigas instituições e grupos europeus, como a construção da Enciclopédia de Diderot e D’Alembert, Paul Otlet e seu grupo na Bélgica chegando a tecnoutopia da Sociedade em Rede .
2 – A função do iconismo na percepção: etapa precursora da construção de conhecimentos e informações
por Henriete F. Gomes
Resumo: Apresenta uma breve revisão de abordagens teóricas acerca do iconismo, apontando sua função na percepção e na construção do conhecimento e da informação. O texto também apresenta a relação entre ícone, percepção e as categorias peirceanas. Destaca o debate estabelecido entre Umberto Eco e Maldonado acerca do iconismo.
3 – O paradigma biológico do conhecer e a questão da informação
por Pablo Marcos Derqui
Resumo: O conceito de informação é abordado em sua dimensão paradigmática, analisando-se a questão pelo prisma do paradigma da complexidade da auto-organização em biologia, representado pela teoria da autopoiese. Através dessa análise tenta-se redimensionar a questão da informação, e suas conexões com o conhecimento, a partir da natureza biológica do ser humano, abordando assim uma perspectiva epistemológica nova para a Ciência da Informação.
4 – Princípios de Organização e Representação do Conhecimento na Construção de Hiperdocumentos
por Maria Luiza de Almeida Campos e Hagar Espanha Gomes
Resumo: Os princípios de organização de conteúdos já estabelecidos no âmbito das Teoria da Classificação e do Conceito fornecem bases teóricas e metodológicas para o planejamento e elaboração de hiperdocumentos. Concebido inicialmente para a elaboração de esquemas de classificação bibliotecária, o Método de Faceta, elaborado por Ranganathan, mostrou-se útil em várias outras oportunidades de organização de informação- documento, em especial na elaboração de tesauros. O hipertexto introduziu uma nova tecnologia de estruturação de documentos para permitir navegação através de uma abordagem não-linear ao texto. Mas não se ocupa do conteúdo semântico, que é o objeto deste estudo, em especial na preparação de hiperdocumentos com fins didáticos em ensino à distância.
5 – Notas sobre a dinâmica da sociocomunicação no ciberespaço
por Walter Clayton de Oliveira, Silvana Ap. B. G. Vidotti e Fátima Ap. Cabral
Resumo: O Ciberespaço é uma teia colossal, um dispositivo de comunicação que associa características múltiplas e opostas. Neste sentido, analisamos, teórica e descritivamente, a dinâmica da sociocomunicação no Ciberespaço e discutimos em que medida ele pode ser aplicado diante das inter-relações que emergem entre os indivíduos pertencentes às comunidades virtuais. Consideramos que, o Ciberespaço, assim definido, configura-se como um locus de extrema complexidade e difícil compreensão.
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Em COLUNAS leia o artigo de opinião “O descompasso entre o corpo e a mente na velocidade das trocas de informação” ; o DGZ indica e faz a RECENSÃO do livro ‘McLuhan por McLuhan’, que reune 19 conferências e entrevistas inéditas do filósofo da comunicação e traz a seus LINKS relacionados aos temas deste número.
O DataGramaZero tem o ISSN 1517-3801, É indexado no Brasil e no exterior. e esta’ disponível na Internet, livre para cópias, sem qualquer custo de acesso para seus leitores.O periódico é unicamente virtual e é editado por organização não governamental, sem fins lucrativos, e sem vinculação a organizações políticas ou religiosas. Tem por objetivo induzir e construir elementos facilitadores para um melhor acesso à informação utilizando as inovações das tecnologias de informação e da comunicação.
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Knowledge versus information societies : UNESCO report takes stock of the difference
o conceito de sociedade da informação está desatualizado
A Unesco em comunicação a imprensa de 3/11/2005 faz, pela primeira vez, uma forte diferenciação entre os conceitos de sociedade da informação e sociedade do conhecimento indicando que, em termos sociais e culturais, o conceito de sociedade da informação, como vem sendo usado, está não só desatualizado como errado.
É um erro confundir a sociedade da informação com a sociedade do conhecimento.
A Sociedade do conhecimento contribui para que o indivíduo se realize em sua realidade vivencial. Compreende configurações éticas e culturais e dimensões políticas.
A sociedade da informação, por outro lado, está
limitada a um avanço de novas técnicas devotadas para ao, almoxarifar e transferir, o que pode ser uma massa de dados indistintos para aquele que, não tem as competências necessárias para se beneficiarem deste tecnoespaço.
Falando de uma forma ampla, assim como a
sociedade industrial trouxe as tecnologias do
vapor, a eletricidade e o motor a combustão para modificar o processo de produzir bens materiais a sociedade da informação ligou-se as tecnologias emergentes da microeletrônica e da
telecomunicação para processar e reunir estoques de dados relacionados visando uma eventual transferência destes dados.
Em nem um momento a sociedade da informação pretendeu ser responsável pelo conhecimento gerado na sociedade. A sociedade da informação foi sempre uma tecnoutopia e nunca uma utopia para um conhecimento social ampliado.
Há que cuidar quando se for usar o termo sociedade da informação, seu significado é
simples e limitado comparado ao vigor dinâmico de uma ação completada de conhecimento.
Ver Relatório da UNESCO:
http://portal.unesco.org/en/ev.php-URL_ID=30586&URL_DO=DO_TOPIC&URL_SECTION=201.html

